
Título em Português: Quem quer ser bilionário?
Realizador: Danny Boyle
Jamal está a uma pergunta de ganhar 20 milhões de rupias na versão indiana do concurso “Quem quer ser milionário?”. Mas Jamal, um jovem de 18 anos, órfão, sem estudos, um simples assistente de call center não poderia alguma vez ter conhecimento suficiente para ganhar um concurso como este justamente. Foi assim que o apresentador do programa pensou, levando-o a chamar a polícia, que vai interrogar Jamal. Este explicará como adquiriu os conhecimentos necessários para acertar a cada pergunta respondida no concurso.
Começa então o filme com três narrações paralelas: a do concurso de televisão, a história da vida dele e a da esquadra da polícia (que serve de ponto de ligação entre as três, pois nesta é vista uma gravação do programa e o jovem protagonista conta a sua história).
E Jamal fala da sua infância, de como cresceu com o seu irmão Salim num bairro de lata da Índia. Órfãos, a cuidarem de si mesmo sozinhos, passaram por aventuras trágicas. Os irmãos são quase o oposto um do outro. Apesar de terem crescido juntos, optam por caminhos diferentes e ambos prezam diferentes valores e fazem diferentes escolhas, que em certa altura os vão separar. Ocasião que faz com que Jamal guarde ressentimentos pelo seu irmão durante muito tempo. Mas Salim, que muitas vezes consegue ser bastante maldoso para o irmão, é bastante protector. Tenta defendê-lo até ao fim, tentando sempre certificar-se de que este vai ficar bem.
E fala da sua procura incessante por aquele que é o amor da sua vida: Latika, uma menina que conheceu na sua infância e que nunca mais conseguiu esquecer, chegando quase a ser esta busca o propósito da sua vida. Nunca tendo estado realmente muito tempo da sua vida com ela, o amor entre ambos é principalmente idealizado. É real quase apenas pelo facto de Jamal nunca desistir de tentar encontrar Latika.
Este trio é comparado, no filme, aos Três Mosqueteiros, um livro que os irmãos começaram a ler na escola, antes de partirem e da escola acabar. Jamal e Salim são então Athos e Porthos. Latika, aos olhos de Jamal, seria o terceiro mosqueteiro. Mas eles nunca souberam o nome do terceiro mosqueteiro.

E a história continua até que as três narrações se acabam por unir.
Vi este filme mesmo antes de ganhar os 8 óscares (Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Argumento Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Banda Sonora, Melhor Canção Original, Melhores Efeitos Sonoros) e gostei bastante. As corres, garridas, quentes, são fantásticas e a música também muito bonita, animada. A forma como a história é contada é muito engraçada e a história em si, o modo como todos aqueles acontecimentos da vida de Jamal se conjugavam, todos aqueles acontecimentos traumáticos, aquelas lembranças dolorosas o levaram a ganhar um grande prémio, achei fantástico.
O filme foi inteiramente filmado na Índia, o que lhe dá uma grande dose de realidade (Da realidade dos bairros de lata indianos), apesar de todo o romance idealista e de todas aquelas fabulosas coincidências – que não são coincidências, são o destino.

Começa então o filme com três narrações paralelas: a do concurso de televisão, a história da vida dele e a da esquadra da polícia (que serve de ponto de ligação entre as três, pois nesta é vista uma gravação do programa e o jovem protagonista conta a sua história).
E Jamal fala da sua infância, de como cresceu com o seu irmão Salim num bairro de lata da Índia. Órfãos, a cuidarem de si mesmo sozinhos, passaram por aventuras trágicas. Os irmãos são quase o oposto um do outro. Apesar de terem crescido juntos, optam por caminhos diferentes e ambos prezam diferentes valores e fazem diferentes escolhas, que em certa altura os vão separar. Ocasião que faz com que Jamal guarde ressentimentos pelo seu irmão durante muito tempo. Mas Salim, que muitas vezes consegue ser bastante maldoso para o irmão, é bastante protector. Tenta defendê-lo até ao fim, tentando sempre certificar-se de que este vai ficar bem.
E fala da sua procura incessante por aquele que é o amor da sua vida: Latika, uma menina que conheceu na sua infância e que nunca mais conseguiu esquecer, chegando quase a ser esta busca o propósito da sua vida. Nunca tendo estado realmente muito tempo da sua vida com ela, o amor entre ambos é principalmente idealizado. É real quase apenas pelo facto de Jamal nunca desistir de tentar encontrar Latika.
Este trio é comparado, no filme, aos Três Mosqueteiros, um livro que os irmãos começaram a ler na escola, antes de partirem e da escola acabar. Jamal e Salim são então Athos e Porthos. Latika, aos olhos de Jamal, seria o terceiro mosqueteiro. Mas eles nunca souberam o nome do terceiro mosqueteiro.

E a história continua até que as três narrações se acabam por unir.
Vi este filme mesmo antes de ganhar os 8 óscares (Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Argumento Adaptado, Melhor Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Banda Sonora, Melhor Canção Original, Melhores Efeitos Sonoros) e gostei bastante. As corres, garridas, quentes, são fantásticas e a música também muito bonita, animada. A forma como a história é contada é muito engraçada e a história em si, o modo como todos aqueles acontecimentos da vida de Jamal se conjugavam, todos aqueles acontecimentos traumáticos, aquelas lembranças dolorosas o levaram a ganhar um grande prémio, achei fantástico.
O filme foi inteiramente filmado na Índia, o que lhe dá uma grande dose de realidade (Da realidade dos bairros de lata indianos), apesar de todo o romance idealista e de todas aquelas fabulosas coincidências – que não são coincidências, são o destino.



4 comentários:
Muito giro!
Mas gostei mais do teu relato. Devias ter feito uma versão audio!
Ahahahah!
já tinha ouvido falar deste filme, mas depois da sinopse da Isabel fiquei super curiosa!
Parabéns pelo blog! está super interessante! :P
E é que ainda não vi o filme? Maria Nariz, quando é que vamos vê-lo? E "a viagem de Chiiro"?
Muito bom este filme.
Mostra muito o dualidade que se vive num país em desenvolvimento.
Continuem com o vosso trabalho.
Só gostaria de uma coisa posts mais frequentes, sem ser isso parabéns.
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